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Todas as novidades caóticas do RadioCaos

Veja a matéria no site do Jornal O globo: http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2011/01/08/jaba-medo-da-internet-abrem-espaco-nas-radios-para-uma-nova-era-de-criatividade-923456649.asp e http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2011/01/08/dez-razoes-para-sintonizar-radio-em-2011-923456637.asp...

Segundo Caderno - Cultura Veja a matéria no site do Jornal O globo: http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2011/01/08/jaba-medo-da-internet-abrem-espaco-nas-radios-para-uma-nova-era-de-criatividade-923456649.asp e http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2011/01/08/dez-razoes-para-sintonizar-radio-em-2011-923456637.asp...

"Beijo pouco, falo menos ainda. Mas invento palavras Que traduzem a ternura mais funda E mais cotidiana. Inventei, por exemplo, o verbo teadorar. Intransitivo: Teadoro, Teodora" Manuel Bandeira...

Há 88 anos aconteceu a primeira transmissão radiofônica no Brasil, no dia 7 de setembro de 1922. Hoje vale analisar como foi o evento para a história do rádio, o qual não há nenhum flagrante fotográfico sobre o assunto, nenhuma imagem, entre centenas produzidas pelos fotógrafos da época, mobilizados para registrar nas revistas (O Malho, Careta, Fon-Fon e Revista da Semana) e para a posteridade, as comemorações em torno do Centenário da Independência. Segundo os historiadores, em registros desencontrados, o rádio teria sido inaugurado, para alguns, no recinto do Palácio das Indústrias (hipótese mais provável), para outros durante a parada militar no Campo do São Cristóvão. Em todo caso deve ter sido uma chateação e tanto para o presidente da república, Epitácio Pessoa, às voltas com inúmeras atividades “sérias” programadas pelo cerimonial. O Itamarati estava se lixando para experiências de cientistas em torno da, então, chamada telefonia sem fio. A prioridade era outra, num evento que conseguira reunir o rei Alberto da Bélgica, os presidentes da Argentina e Portugal, jornalistas de todo o mundo, centenas de representantes do Japão, Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, México, Chile, Uruguai, França, Peru, Noruega, Espanha, China… e milhares de marinheiros dos navios estrangeiros ancorados no porto. Roquette Pinto estava certo quando disse que “Pouca gente se interessou pelas demonstrações experimentais da radiotelefonia”. Que, imagino eu, ocorreu às pressas, num dos estandes da Exposição Internacional, o primeiro mandatário querendo se livrar dessa encrenca para atender os seus compromissos. E assim a mesma imprensa que destacou o jantar de gala oferecido por Santos Dumont a convidados ilustres, ignorou a tal inauguração do rádio. Os fotógrafos, por sua vez, trabalharam duro: clicaram os bailes a bordo dos navios, os fogos de artifício, a multidão reunida em torno do Palácio Monroe, o baile no Itamaraty, a inauguração do Pavilhão das Indústrias, a parada militar (com tropas estrangeiras) em São Cristóvão (testemunhada por 300 mil pessoas). Fotografaram o Garden-Party no Jardim Botânico, o meeting de atletismo latino-americano, o Grande Prêmio Ypyranga no Jockey, a inauguração de monumentos, palestras e conferências na faculdade, iluminação cênica da cidade, o almoço no Catete, os jantares e beija-mãos nas embaixadas, os estandes da exposição… Tudo mereceu registro fotográfico, menos esse tal de rádio que ninguém viu e se ouviu foi, conforme descreveu Roquete Pinto: “no meio de um barulho infernal”. A impressão que eu tenho é que o tiro saiu pela culatra. Os radio-amadores da época imaginaram que o Centenário da Independência seria a oportunidade para apresentar o invento aos brasileiros e a grandiosidade do evento engoliu o detalhe. Apressaram-se em montar transmissores provisórios e os tais 80 receptores (ninguém fotografou) que teriam sido disponibilizados pelos americanos, historinha essa muito mal contada. Convenceram o presidente a entrar nessa roubada que aceitou para não contrariar gente influente na sociedade e alguns cientistas de respeito. E assim, o marco histórico de uma nova tecnologia, passou despercebido na época. Mas, para felicidade geral da nação e nosso orgulho pátrio vieram os historiadores e entusiastas do veículo para dourar a pílula. (Fonte: Nelson Cadena) conheça o Caros Ouvintes:  http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18703...

Cântico negro José Régio "Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem: "vem por aqui!" Eu olho-os com olhos lassos, (Há, nos olhos meus, ironias e cansaços) E cruzo os braços, E nunca vou por ali...

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'Belvedere' é uma edição da obra completa de Chacal, produzida entre 1971 e 2007 que, portanto, traz não apenas os poemas de seus primeiros livros, mas também as produções mais recentes, que demonstram um claro amadurecimento do autor. Entre os doze livros contidos em 'Belvedere' está o pequeno 'Muito prazer, Ricardo', com o qual o poeta inaugurou sua poesia aos vinte anos de idade. Chacal foi um dos pioneiros da chamada geração mimeógrafo, que tirou a poesia das estantes das livrarias para 'cair no mundo'. Na década de 1970, com o grupo Nuvem Cigana, realizou, pela primeira vez no Brasil, a poesia moderna falada. Acompanha o volume uma edição fac-símile do livro 'Quampérios', editado originalmente em 1977 e considerado pelos críticos uma das melhores obras do autor. ...

Em 1981 Jorge Mautner lançou o LP Bomba de Estrelas pela gravadora Warner e a produção do Liminha. 15 anos depois, em 1996 o Beijo AA Força lançou seu LP Sem Suingue, com a produção de Antonio Saraiva, um dos melhores e mais inovadores discos já feitos no Paraná. O  "Sem Suingue" está disponível inteirinho e de forma legal no www.stereotoaster.com.br . A faixa que você pode pegar através do link aqui em baixo é um mix destas duas versões de Negros Blues, feita pelo Radiocaos. Baixar: mautner + BAAF - Negros Blues.mp3 ...

Letra de Música é Poesia? publicado no: http://www.cronopios.com.br/site/default.asp Por Tavinho Paes O amor é um grande laço um passo para uma armadilha um lobo correndo em círculos para alimentar a matilha comparo a sua chegada com a fuga de uma ilha: tanto engorda quanto mata feito desgosto de filha Djavan Essa controversa conversa é antiga e tem um mofo tão espesso e viscoso em sua superfície que fica difícil tentar investigar sua carne. Digamos que esta seja uma questão em que a Academia (e suas áreas de interesse restritos) colocou em cena por pura idiossincrasia; se perdoarmos a cretinice que nela sossobra. A Poesia Parnasiana do início do século passado, que podemos considerar uma das mais acadêmicas de que se tem conhecimento, embora inclua em suas análises teleológicas as palavras cultas e as rimas ditas ricas como índices de pureza formal, sempre teve por interface operacional uma métrica rígida e fonossilábica, que concedia qualidades rítmicas indiscutíveis ao poema relatado. No caso da Poesia Cantada, a mesma métrica é imposta pelas particularidades do metrônomo musical e afetada pelos apelos harmônicos das melodias. Tornar apócrifos e dignos de restrições, poemas que chegam às mídias radiodifundidas embaladas por canções é um contrasenso pernicioso que contraria a própria essência da Poesia, incluindo entre seus discutíveis prolegômenos um preconceito tão nocivo quanto o racismo. Seria simpático dizer que nas canções do Chico ou do Vinícius o que está sendo cantado não seriam poemas? Seria lógico afirmar que Cartola não escreveu poemas, mesmo percebendo que em as rosas não falam...

Os Três Mal-Amados fala de Joaquim (trechos) O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões da visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome. (...

Totalidade - Karl Marx Já não posso ocupar-me tranqüilamente Do que se apodera fortemente da minha alma Já não posso permanecer em paz E lanço-me ao trabalho. Tudo quisera conquistar, Todos os favores dos deuses E possuir o saber Abraçar toda a arte   Ousadia - Karl Marx É por isso que preciso de tudo ousar Sem nunca ter descanso Não fiquemos calados Sem nos querermos realizar Não nos submetamos Silenciosos e crédulos Ao jugo humilhante Pois que nos restam o desejo e a paixão Pois que nos resta a ação.   é...

Estas fotos foram sacadas nos 3 últimos Radiocaos ao vivo, na Grande Garagem que Grava, em Curitiba. fotos: Big Rodrigão Solda! Rodrigão Fernandinho S.N.P "Eles Mesmos" Monica Berger Monica Berger Marilda Confortin Ivan Justen Santana Ivan Justen Santana Ivan Justen Santana Ivan Justen Santana Giovanni Caruso Marilda Confortin Rogério Skylab Rodrigão   Fernandinho S.N.P "Eles Mesmos" Ivan Justen Santana Monica Berger Marilda Confortin Giovanni Caruso Ivan Justen Santana Rogério Skylab Fernandinho S.N.P. "Eles Mesmos" Irineu Almeidossauro Nogueira Edson de Vulcanis Edilson Del Grossi Leprevost Edilson Del Grossi Ivan Justen Santana Ivan Justen Santana Roberto Prado Rodrigão Roberto Prado Leprevost Leprevost Solda! Solda! Edilson Del Grossi  ...