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  Os Doze Trabalhos De Hércules   O projeto DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES é uma audaciosa iniciativa do Radiocaos para transmitir cultura em meios de comunicação de massa.   Como se sabe, os doze trabalhos de Hércules são uma série de episódios arcaicos ligados entre si por uma narrativa contínua, relativa a uma penitência que teria sido cumprida por um dos maiores heróis gregos.   Serão 52 blocos temáticos dentro do set list anual de 2019 do programa radiofônico Radiocaos.   Funciona Assim: Um trabalho por mês. Para cada trabalho um poema inédito. 1/3 do poema a cada semana. No último programa do mês o poema completo.   A Apresentação ficará à cargo dos criadores do Radiocaos, Samuel Lago e Rodrigo Homem Del Rei, que farão, também, um trabalho de pesquisa musical e produzirão os episódios.   Os poetas Antonio Thadeu Wojciechowski, Roberto Prado, Monica Berger e Sérgio Viralobos assumirão três trabalhos de Hércules cada e ficarão encarregados de compor um poema inédito sobre o respectivo Trabalho, acrescentado de pesquisa sobre poemas correlatos.   O Doutor Ivan Justen Santana fará comentários e a contextualização da obra, que será transmitida na rede de rádios que retransmite o programa Radiocaos no Brasil, Portugal e Moçambique.     Os trabalhos foram distribuídos da seguinte forma:   1 – LEÃO DE NEMÉIA - Roberto Prado 2 – HIDRA DE LERNA - Monica Berger 3 – JAVALI DE ERIMANTO - Sérgio Viralobos 4 – CORÇA CERINÉIA - Monica Berger 5 – AVES DO ESTÍNFALE - Thadeu Wojciechowski 6 – CAVALARIÇAS DE ÁUGIAS - Roberto Prado 7 – TOURO DE CRETA - Sérgio Viralobos 8 – ÉGUAS DE DIOMEDES - Thadeu Wojciechowski 9 – CINTO DE HIPÓLITA - Monica Berger 10 – BOIS DE GÉRION - Roberto Prado 11 – POMOS DE OURO - Sérgio Viralobos 12 – GUARDIÃO DO HADES - Thadeu Wojciechowski   O projeto DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES é uma realização Mediacaos, com o incentivo do Grupo Positivo e é realizado com o apoio do programa de incentivo à Cultura da Fundação Cultural De Curitiba e da Prefeitura Municipal De Curitiba...

Veja a matéria no site do Jornal O globo: http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2011/01/08/jaba-medo-da-internet-abrem-espaco-nas-radios-para-uma-nova-era-de-criatividade-923456649.asp e http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2011/01/08/dez-razoes-para-sintonizar-radio-em-2011-923456637.asp...

Segundo Caderno - Cultura Veja a matéria no site do Jornal O globo: http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2011/01/08/jaba-medo-da-internet-abrem-espaco-nas-radios-para-uma-nova-era-de-criatividade-923456649.asp e http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2011/01/08/dez-razoes-para-sintonizar-radio-em-2011-923456637.asp...

"Beijo pouco, falo menos ainda. Mas invento palavras Que traduzem a ternura mais funda E mais cotidiana. Inventei, por exemplo, o verbo teadorar. Intransitivo: Teadoro, Teodora" Manuel Bandeira...

Há 88 anos aconteceu a primeira transmissão radiofônica no Brasil, no dia 7 de setembro de 1922. Hoje vale analisar como foi o evento para a história do rádio, o qual não há nenhum flagrante fotográfico sobre o assunto, nenhuma imagem, entre centenas produzidas pelos fotógrafos da época, mobilizados para registrar nas revistas (O Malho, Careta, Fon-Fon e Revista da Semana) e para a posteridade, as comemorações em torno do Centenário da Independência. Segundo os historiadores, em registros desencontrados, o rádio teria sido inaugurado, para alguns, no recinto do Palácio das Indústrias (hipótese mais provável), para outros durante a parada militar no Campo do São Cristóvão. Em todo caso deve ter sido uma chateação e tanto para o presidente da república, Epitácio Pessoa, às voltas com inúmeras atividades “sérias” programadas pelo cerimonial. O Itamarati estava se lixando para experiências de cientistas em torno da, então, chamada telefonia sem fio. A prioridade era outra, num evento que conseguira reunir o rei Alberto da Bélgica, os presidentes da Argentina e Portugal, jornalistas de todo o mundo, centenas de representantes do Japão, Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, México, Chile, Uruguai, França, Peru, Noruega, Espanha, China… e milhares de marinheiros dos navios estrangeiros ancorados no porto. Roquette Pinto estava certo quando disse que “Pouca gente se interessou pelas demonstrações experimentais da radiotelefonia”. Que, imagino eu, ocorreu às pressas, num dos estandes da Exposição Internacional, o primeiro mandatário querendo se livrar dessa encrenca para atender os seus compromissos. E assim a mesma imprensa que destacou o jantar de gala oferecido por Santos Dumont a convidados ilustres, ignorou a tal inauguração do rádio. Os fotógrafos, por sua vez, trabalharam duro: clicaram os bailes a bordo dos navios, os fogos de artifício, a multidão reunida em torno do Palácio Monroe, o baile no Itamaraty, a inauguração do Pavilhão das Indústrias, a parada militar (com tropas estrangeiras) em São Cristóvão (testemunhada por 300 mil pessoas). Fotografaram o Garden-Party no Jardim Botânico, o meeting de atletismo latino-americano, o Grande Prêmio Ypyranga no Jockey, a inauguração de monumentos, palestras e conferências na faculdade, iluminação cênica da cidade, o almoço no Catete, os jantares e beija-mãos nas embaixadas, os estandes da exposição… Tudo mereceu registro fotográfico, menos esse tal de rádio que ninguém viu e se ouviu foi, conforme descreveu Roquete Pinto: “no meio de um barulho infernal”. A impressão que eu tenho é que o tiro saiu pela culatra. Os radio-amadores da época imaginaram que o Centenário da Independência seria a oportunidade para apresentar o invento aos brasileiros e a grandiosidade do evento engoliu o detalhe. Apressaram-se em montar transmissores provisórios e os tais 80 receptores (ninguém fotografou) que teriam sido disponibilizados pelos americanos, historinha essa muito mal contada. Convenceram o presidente a entrar nessa roubada que aceitou para não contrariar gente influente na sociedade e alguns cientistas de respeito. E assim, o marco histórico de uma nova tecnologia, passou despercebido na época. Mas, para felicidade geral da nação e nosso orgulho pátrio vieram os historiadores e entusiastas do veículo para dourar a pílula. (Fonte: Nelson Cadena) conheça o Caros Ouvintes:  http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=18703...

Cântico negro José Régio "Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem: "vem por aqui!" Eu olho-os com olhos lassos, (Há, nos olhos meus, ironias e cansaços) E cruzo os braços, E nunca vou por ali...

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